Nossa água

Opinião

Luciane E. Ferreira

Luciane E. Ferreira

Jornalista

Nossa água

Por

O projeto Viver Cidades vai mergulhar nos rios e arroios da região, a fim de saber como está a qualidade da água. No primeiro semestre deste ano, foram coletadas amostras em 23 pontos. Os resultados foram os piores possíveis, considerando a contaminação por esgoto doméstico.

Monitoramento

Passados seis meses, nova coleta, nos mesmos locais, servirá para comparar as análises e saber onde melhorou e onde piorou. O Grupo A Hora, em cooperação com o Ministério Público, vai monitorar os mananciais por dois anos. O estudo poderá servir de base para ações públicas e privadas no sentido de recuperar os nossos rios e arroios.

Crédito: Luciane Ferreira/Divulgação


Reflexão

Sobre o Dia da Árvore, celebrado em 21 de setembro. “Antes que qualquer árvore seja plantada ou qualquer lago seja construído, é preciso que as árvores e os lagos tenham nascido dentro da alma. Quem não tem jardins por dentro, não planta jardins por fora.” Trecho da poesia “Jardins”, de Rubem Alves.


O dilema da vacinação

O desconhecido sempre causa certa angústia, dúvida. A pandemia de covid-19, doença totalmente desconhecida, trouxe uma avalanche de questionamentos, entre eles, a vacina. O rápido desenvolvimento do imunizante e a aplicação em massa despertaram certa desconfiança sobre sua eficácia.

Erradicação

Neste turbilhão de dúvidas, somado ao isolamento, muitas pessoas deixaram de fazer as vacinas reconhecidamente eficazes e responsáveis por erradicar doenças, como a poliomielite. Hoje, volta-se a fazer campanhas sob o risco de surgirem casos no Brasil, como ocorreu em outros países. A erradicação depende de altas coberturas vacinais.

Mortes

Minas Gerais e Brasília registraram quatro e uma morte, respectivamente, por raiva humana. Em Minas, as vítimas tinham 12 (duas), 5 e 4 anos e foram contaminadas pelo contato com morcego. No Distrito Federal, o adolescente foi infectado por um gato.

Raiva humana

A raiva humana foi erradicada no Brasil graças à vacinação massiva em cães e gatos. A partir de 1973, agentes passavam de casa em casa para imunizar os animais, gratuitamente. Foram necessários 30 anos para alcançar o status de livre da doença.

A volta

Preocupa a volta da raiva, já que não há campanha de vacinação, afinal, está erradicada no Brasil. Em Lajeado, lei municipal determina que os tutores são os responsáveis por manter em dia a vacinação nos animais de estimação. Quem adota no canil municipal, leva o bichinho imunizado, e assim estão todos que vivem no local.

Custo

O pacote básico de imunização para cães custa cerca de R$ 150,00 e deve ser atualizado a cada ano. Não fica difícil de deduzir que a população de baixa renda não tem condições de arcar com esta despesa.

Saúde pública

É uma questão de saúde pública e de conscientização das pessoas. Casos de poliomielite em outros países e varíola do macaco e raiva no Brasil acendem um alerta. Que cada um faça a sua parte.


Congratulações

O Jardim Botânico de Lajeado celebrou o aniversário e o início da estação mais florida do ano com o Concerto da Primavera. Nada melhor que música e ambiente verde para atrair as famílias. O espaço ficou lotado.

Jardim Botânico Lajeado/DIVULGAÇÃO

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