Briga entre torcidas mancha rodada do Regional Aslivata

Confusão no futebol amador

Briga entre torcidas mancha rodada do Regional Aslivata

Jogo entre Canabarrense e Brasil termina em pancadaria. Clubes se defendem

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Atualizado segunda-feira,
26 de Setembro de 2022 às 11:44

Briga entre torcidas mancha rodada do Regional Aslivata
Foto: Reprodução
Vale do Taquari
Gustavo Adolfo 2 - Lateral vertical - Final vertical

O jogo de ida das oitavas de final do Regional Aslivata entre Canabarrense e Brasil ficou marcada por uma briga generaliza entre torcedores, dirigentes e jogadores.

Segundo Vanderlei Weiand, o “Peixe”, diretor do Canabarrense, a briga entre torcidas começou dentro de campo. No fim da partida, o atleta do Canabarrense, Rafael Gewehr, o “Negretti”, foi cumprimentar Zé Matheus, jogador do Brasil, e recebeu um tapa no rosto. Vendo a cena, Zeca, pai de Negretti, partiu para cima de Zé, originando o tumulto. Até os dirigentes das duas equipes chegarem para apaziguar os ânimos, a briga entre as torcidas já estava grande. “O culpado foi o Zé Matheus que não assimilou o gol que tomou no fim e começou a confusão”, acredita Peixe.

O dirigente não isenta a torcida e jogadores do Canabarrense, mas acredita que se os torcedores do Brasil não invadem o espaço reservado do time mandante, a confusão de dentro de campo seria contida. “Os dois lados erraram”, diz.

Sobre as punições, Peixe não está preocupado e diz que vai aguardar a nota oficial da Aslivata para se pronunciar, mas cita que apesar da briga, trabalham para evitar tumultos. “Sempre tratamos muito bem quem vem para nossa sede. Foi um fato isolado o que aconteceu no domingo.”

“Sem invasão, não teria dado nada”

Presidente do Brasil, Tiago Rother diz que não estava próximo do local da briga. Assistindo o jogo do outro lado do campo, viu que alguns torcedores do Canabarrense entraram em campo para participar do tumulto. Após a invasão de campo, a torcida do Brasil correu até o local, foi quando começou um empurra empurra. “A situação tomou uma proporção que não tinha mais o que fazer”, diz.

Rother acredita que o Brasil não será punido pela Aslivata pois não teve culpa no ocorrido. “O que aconteceu foi uma invasão de campo por parte da torcida do Canabarrense, sem invasão não teria dado a briga.”

O mandatário salienta que várias pessoas do Canabarrense estavam sem jaleco dentro de campo e na hora isso também ajudou na briga. “No nosso campo não permitimos a presença de pessoas sem identificação”, diz.

Sobre a partida de volta, Rother acredita que será tranquila e sem confusões na torcida. “Todos serão muito bem recebidos em nossa comunidade”, afirma.

Posicionamento da Aslivata

Responsável para competição, a Aslivata comenta que não compactua com o ocorrido em Teutônia. Para a entidade, o futebol é integração entre comunidades, e não a confusão vista no domingo.

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