O poder da mídia na eleição

Opinião

Fabiano Conte

Fabiano Conte

Jornalista e Radialista

O poder da mídia na eleição

Por

Gustavo Adolfo 1 - Lateral vertical - Final vertical

Não é de hoje que sabemos da força que a mídia exerce na vida das pessoas chegando a mudar uma ideia ou mesmo um ponto de vista já formado sobre determinado assunto. A mídia possui relevância para a democracia, entretanto, isso não significa que tem o direito de manipular, ainda que de forma velada.

Afinal de contas, devemos ter a percepção ao receber uma informação de não considerá-la como verdade absoluta e analisá-las antes de qualquer coisa. Eu não me deixo influenciar por qualquer coisa que vejo, escuto ou leio. É o que se espera do nosso povo neste período de decisões importantes para o Brasil.


Culpa da imprensa

Na democracia americana a imprensa pode se posicionar e pedir votos para seu candidato preferido. Na democracia brasileira, a imprensa leva “pau” quando insinua tendência política (ok, sabemos que grande parte dos jornalistas pensa igual e defende a esquerda). Particularmente, não acredito que possa influenciar ninguém nesta altura do jogo. E nem quero. Então, é uma bobagem pensar que a imprensa muda o cenário de uma eleição.


Cadê os médicos?

O Conselho Regional de Medicina do RS (Cremers) entregou 1.251 títulos de CRM no primeiro semestre deste ano, aumento de 45% em relação a igual período do ano anterior. Foram emitidos 1.205 registros de qualificação de especialização, sendo o maior número de Clínica Médica (170 registros), seguido de Pediatria (136) e Ginecologia e Obstetrícia (99). Mas ainda faltam profissionais de áreas como a Pediatria. Em Lajeado, nem Unimed e nem Hospital conseguem suprir a carência.


Falta motorista

A Vale Log, com sede em Arroio do Meio, tem hoje 170 motoristas cooperados. Destes, apenas quatro tem menos de 30 anos. A grande maioria tem acima dos 45 e alguns já passam dos 60 anos. Para mudar este cenário e despertar o interesse na profissão pelos mais jovens a cooperativa de transporte criou uma escola de formação. Está na sétima turma e a expectativa é de que a médio prazo mude a realidade da faixa etária de seus motoristas. A Vale Log passa pelo mesmo problema da maioria das empresas de transporte do Brasil: o envelhecimento de seus motoristas. Se não mudarmos esta realidade, no futuro, ficaremos sem quem transporte nossa produção.


No cofrinho

Lajeado passa pelo mesmo problema da maioria das grandes cidades brasileiras, a falta de troco. O movimento de pessoas no comércio em geral aumenta no início do mês e parte paga contas com notas de 50 ou de 100. E assim, falta troco. Moeda é o que mais falta. A estimativa é de 30% das moedas emitidas pelo Banco Central estejam em casa, guardadas no cofrinho.


Baboseiras

Uma das desvantagens de ser veterano no jornalismo é ter que aguentar a repetição das bobagens e das promessas dos candidatos em época de campanha. Ainda bem que passa rápido.


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