“Dinheiro parado significa perda do poder de compra e aumento de custos para o Banco Central”

O VALE EM PAUTA

“Dinheiro parado significa perda do poder de compra e aumento de custos para o Banco Central”

Gerente de Desenvolvimento de Negócios e Assessoria de Negócios do Sicredi Integração RS/MG, Diogo Baum fez uma análise econômica e cultural do comportamento

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“Dinheiro parado significa perda do poder de compra e aumento de custos para o Banco Central”
Diogo Baum, gerente de Desenvolvimento de Negócios e Assessoria de Negócios do Sicredi Integração RS/MG. Crédito: Marcel Lovato
Vale do Taquari
Gustavo Adolfo 1 - Lateral vertical - Final vertical

A falta de circulação de dinheiro é um dos principais problemas enfrentados pelo comércio  em Lajeado, bem como nas demais cidades do Vale, em especial na hora do troco.

Em entrevista ao programa “O Vale em Pauta”, da Rádio A Hora 102.9, nesta sexta-feira, 5, o  gerente de Desenvolvimento de Negócios e Assessoria de Negócios do Sicredi Integração RS/MG, Diogo Baum, afirmou que a desbancarização e a informalidade prejudicam a disponibilidade das moedas e cédulas e complicam as operações rotineiras.

Baum frisou, ainda, que é preciso mudar a cultura de deixar o dinheiro parado em casa, dada a desvalorização do dinheiro, da perda do poder de compra, fora o risco à segurança.  Outro fator apontado foi o aumento de custos, pois, com quantidade insuficiente, o Banco Central precisa elevar a emissão das notas.  Uma das saídas é a realização de campanha de incentivo ao uso do dinheiro físico com promoções.

Ouça a entrevista na íntegra


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