Furtos em cemitérios preocupam comunidades da região

POLÍCIA

Furtos em cemitérios preocupam comunidades da região

Uma das alternativas seria câmeras de monitoramento

Por

Atualizado quinta-feira,
14 de Julho de 2022 às 13:16

Furtos em cemitérios preocupam comunidades da região
Foto: Luíza Huber
Lajeado
Gustavo Adolfo 1 - Lateral vertical - Final vertical

Em entrevista ao Programa O Vale em Pauta desta quinta-feira (14), a pastora da Igreja  Evangélica da Confissão Luterana do Brasil, em Lajeado, Miriam Diefenthaler, falou sobre os furtos que vem acontecendo nos cemitérios de Lajeado e região.

LEIA TAMBÉM: Diocese anuncia novos padres às paróquias São Cristóvão e Santo Inácio

Segundo Miriam, desta vez foram notados apenas o sumiço de adornos, e não correu a violação de túmulos, como no ano passado.

Para ela, uma das alternativas seria câmeras de monitoramento, “porém, somos uma entidade filantrópica, não dispomos de recursos financeiros para investir em segurança”, disse a pastora.

Em menos de um ano, mais de 200 sepulturas foram danificadas em Lajeado. Neste período, um suspeito foi detido e quatro boletins de ocorrência registrados na Polícia Civil.

Entre os itens visados pelos criminosos estão os crucifixos, letreiros e demais objetos de metal e bronze. A polícia acredita que o valor de mercado e a facilidade em derreter as peças para vender como sucata atraem a prática.

Essa situação também se repete em outras localidades da região. Desde sábado (9), os atos foram registrados em Arroio do Meio, Teutônia, Westfália, Colinas e Muçum.

Destino do material

Na maioria dos casos os objetos são derretidos e vendidos em sucatas da região. De acordo com o delegado Dinarte Marshall Júnior, titular da Polícia Civil, em Arroio do Meio, a falta de regulação para rastrear a origem dos produtos dificulta o trabalho policial.

Ouça a entrevista na íntegra


Acompanhe nossas redes sociais: WhatsAppInstagram / Facebook