Vereadores autorizam repasse de R$ 70 mil para eventos natalinos

CÂMARA DE LAJEADO

Vereadores autorizam repasse de R$ 70 mil para eventos natalinos

Apesar de aprovação unânime projeto foi alvo de questionamentos na sessão desta terça-feira (12)

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Vereadores autorizam repasse de R$ 70 mil para eventos natalinos
Sessão ocorreu na noite desta terça-feira (12) (Crédito: Henrique Pedersini)
Lajeado
Gustavo Adolfo 1 - Lateral vertical - Final vertical

Os vereadores aprovaram um repasse de R$ 70 mil para subsidiar a programação natalina desenvolvida pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Lajeado. A abertura de crédito suplementar não teve votos contrários, mas rendeu apontamentos de integrantes do Legislativo sobre o pedido de auxílio e aplicação dos recursos.

Alguns dos vereadores questionaram a rapidez para apreciação da matéria em comparação com auxílios para outras entidades. Lorival Silveira (PP) pediu que o Executivo encaminhe projeto de apoio a Sociedade Lajeadense de Atendimento à Criança e ao Adolescente (Slan) e lamentou a facilidade com que pedidos de recursos são encaminhados por algumas entidades para a Câmara. “O Executivo dá de presente, eles nem precisam fazer força, é só pedir”, afirma.

Heitor Hoppe (PP) argumentou que o investimento representa um incremento nas vendas do comércio lajeadense no final do ano. “É uma maneira de atrair consumidores de outros municípios”, garante.

Conforme a justificativa do projeto, que entrou na casa em maio, os R$ 70 mil serão aplicados no incentivo a artistas locais, espetáculos sem cobrança de ingresso e 20 cortejos natalinos pelas ruas do município. Sergio Kniphoff (PT) pediu vistas do projeto, mas a maioria dos vereadores derrubou a solicitação.

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Proposta de regulamentar cobrança de IPTU aos clubes será reformulada
O prefeito Marcelo Caumo retirou o projeto que sugeria a regulamentação da cobrança do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) para clubes sociais e CTGs. A ideia é modificar a matéria e encaminhá-la em outro momento à casa.

O tema foi debatido por cerca de dois meses entre os vereadores com divergência em relação as regras para a cobrança.


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