Construção de novo parque exige adaptação no trânsito

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Construção de novo parque exige adaptação no trânsito

Secretário de Obras, Fabiano Bergmann, diz que Parque Ney Santos Arruda está 50% acabado. Área de Lazer já é frequentada mesmo antes de ser entregue à população

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Construção de novo parque exige adaptação no trânsito
De acordo com a administração, parque Dr. Ney Santos Arruda está 50% pronto (fotos: Ramiro Brites)
Lajeado
Gustavo Adolfo 2 - Lateral vertical - Final vertical

O Departamento de Trânsito estuda uma forma de melhorar o tráfego na ponte seca da BR-386. Uma placa de “Pare” foi instalada junto à nova via construída para ligar o Parque Ney Santos Arruda à rodovia. Um acidente aconteceu no local faz cerca de dois meses.

“Estamos estudando o acesso do bairro Carneiros, da Bento Rosa, e a confluência com o acesso a BR-386”, diz o coordenador do Trânsito, Vinícius Renner. A entrada de uma nova loja de departamento também é considerada no planejamento. O processo, porém, não depende apenas da administração municipal e não deve ser definido antes do fim do ano. “Estamos em conversas com a CCR Via Sul sobre as alças de acesso da BR, isso é um pouco mais complexo”, acrescenta.

O estacionamento de trechos da rua Osvaldo Aranha, às margens do rio Taquari, foi proibido por conta da movimentação do novo parque.

Metade da obra está pronta

A pavimentação das pistas de caminhada é feita nesta semana. Em julho, o governo municipal constatou que espaços mais amplos para estacionamento e passagem de pedestres são necessários.

Na manhã de ontem, o secretário de Planejamento, Giancarlo Bervian, o prefeito Marcelo Caumo e o secretário de Obras, Fabiano Bergmann, discutiram sobre o destino de uma lagoa, junto à rua Bento Gonçalves. Bergmann acredita que o açude possa atrapalhar o andamento dos trabalhos.

Ainda faltam a instalação de bocas de lobo, drenagem e a remoção de árvores. A administração municipal acredita que os eucaliptos plantados no local são muito grandes e uma queda causaria danos materiais e físicos que podem ser evitados. Além de que não é uma espécie nativa da região.

De acordo com o Bergmann, falta cerca de 50% do trabalho para obra ser entregue, mas não há estimativa de data. “Às vezes tem que tirar a equipe para questões mais urgentes”.

Duas famílias que moravam de forma irregular ao lado da rampa do Porto dos Bruder foram deslocadas para outros endereços. Uma delas saiu em julho e a outra faz cerca de dois meses. Um dos próximos passos é a limpeza desses terrenos. A administração negocia a possibilidade de remoção de outros moradores.