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Danças de todo o Brasil encerram a Feira do Livro de Lajeado

Evento movimentou 18 mil visitantes em cinco dias. Destaque foi a produção literária do Vale

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Danças de todo o Brasil encerram a Feira do Livro de Lajeado

Ao som de País Tropical, de Jorge Ben Jor, o público subiu o palco da 14ª Feira do Livro para dançar. Depois de cinco dias de comercialização e troca de obras literárias, contação de histórias, palestras e teatro, o encerramento levou os visitante para uma viagem por um país abençoado por Deus, bonito por natureza e pela sua diversidade cultural.

O espetáculo Dançando o Brasil, da Artte escola de dança, de Lajeado, apresentou danças típicas de diversas regiões. Começando pelas tradicionais do estado, como a chula e a dança dos facões, passando pelo samba carioca, o carimbó do norte e o forró do nordeste.

18 mil leitores

Desde quarta-feira, 9, cerca de 18 mil visitantes passaram pela Praça da Matriz, de acordo com estimativa da organização. O público ficou abaixo da edição anterior, quando a feira atraiu 20 mil visitantes. Um dos fatores apontados pela gerente do Sesc Lajeado, Betina Durayski, foi o tempo.

Altas temperaturas foram registradas nos cinco dias de evento. No último dia, a chuva que se anunciava desde o início da tarde, começou a cair no início da apresentação de encerramento. Outro fator foi o período. Com feriado no sábado e o Dia do Professor, na próxima terça-feira, muitas famílias aproveitaram para viajar. Ainda assim, a organização ficou satisfeita com o resultado.

“No geral, a feira foi muito positiva. O público que veio até a praça prestigiar gostou do que viu. A gente fica muito feliz de estar mais um ano promovendo a literatura na nossa cidade. O sentimento é de dever cumprido”, diz.

Literatura do Vale em destaque

Para Betina, o destaque desta edição foram os lançamentos de autores do Vale do Taquari. O potencial da produção regional se mostrou em dois momentos da feira. Noa quinta-feira, 10, ocorreu o lançamento coletivo de mais de 51 livros publicados desde 2018 por mais de 80 autores.

“A produção do Vale do Taquari é promissora. Estamos cumprindo nosso papel de incentivar para que essa nova geração que está vindo aí se espelhem nesses escritores”, avalia.

MATHEUS CHAPARINI – matheus@jornalahora.inf.br